Este blogue foi criado pelo Departamento de Ciências Sociais e Humanas da Escola Básica 2,3 D. Pedro IV com o objectivo de assinalar o Primeiro Centenário da Implantação da República em Portugal. Atendendo à importância deste momento histórico, que originou uma viragem na História do nosso país, pretendemos, com a colaboração de todos os alunos, professores e Associação de Pais, contribuir, tal como consta no site oficial – CENTENÁRIO DA REPÚBLICA 1910-2010 – para “aprofundar os valores e o ideário republicanos, em especial no que diz respeito à participação social e política e à promoção do progresso social, económico e cultural de Portugal.”

segunda-feira, 28 de junho de 2010

domingo, 13 de junho de 2010

Viva a República 1910-2010


Clica na imagem para saberes mais

A Exposição Viva a República 1910-2010 está patente na Cordoaria Nacional, das 10:00 às 18:00 e tem entrada livre.


O 1º Governo da 1ª República

Ao longo dos 16 anos da 1ª República, os governos sucederam-se uns aos outros:45 governos, 7 parlamentos e 8 Presidentes da República. A instabilidade sentia-se no dia-a-dia e os membros do 1º governo da 1ª República foram também vítimas dessa instabilidade, sendo que ao 3º dia de governo, o Ministro das Finanças, Basílio Telles foi substituído, sem nunca ter assumido a pasta, por José Relvas.

Vê aqui os membros do 1º Governo da 1ª República divulgados na Revista Ocidente de 20 de Outubro de 1910:

sábado, 29 de maio de 2010

Centenário da República com Banda Desenhada


"A 9ª Arte irá estar presente nas comemorações do centenário da República. Exposições de banda desenhada, reedições, animação infantil, colóquio e os concursos do Amadora BD, fazem parte da programação nacional de BD no âmbito das Comemorações do Centenário da República. Esta programação decorrerá até Agosto de 2011."
Saiba mais aqui.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Exposição: 1910 - O Ano da República


Apraz-nos divulgar a exposição "1910 - O Ano da República" que será inaugurada a 26 de Maio, pelas 18:30, na Biblioteca Nacional de Portugal. A Exposição estará patente ao público até dia 23 de Outubro
A entrada é livre.

Biblioteca Nacional de Portugal

Serviço de Actividades Culturais

Campo Grande, 83

1749-081 Lisboa

Portugal


Tel. 21 798 20 00
Fax 21 798 21 40
bn@bnportugal.pt

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O Cometa Halley e a 1ª República

Em 1910, deu-se a passagem do cometa Halley* pelo planeta Terra e que foi visível também em Portugal. O misticismo existente na altura acabou por ligar , em Portugal, esta passagem do cometa à revolução do 5 de Outubro e implantação da República. No entanto, o azar temido pelas populações não foi uma catástrofe mas uma mudança de regime político.
*Os cometas eram vistos como símbolos de azar.


"Halley - O cometa republicano" é o título do livro da autoria de Joaquim Fernandes, lançado muito recentemente, que vem clarificar e desmontar as coincidências de acontecimentos ocorridos e que nada tiveram a ver com a passagem do cometa que acabou por ficar ligado à 1ª República.

Da contra-capa do livro:

«Celebrando-se em 2010 o Centenário da instauração da República em Portugal, decorre também um século sobre o maior evento de medo colectivo vivido pela população portuguesa no decurso da sua História. São expostos os nexos e fortuitas relações - acasos e coincidências inscritos na história da Astronomia - entre ambos os acontecimentos ocorridos nesse mesmo ano: cerca de cinco meses depois da sua passagem próxima da Terra, em Maio, o cometa de Halley viria a ser lembrado como uma espécie de mensageiro, anunciador da primeira mudança de regime político em Portugal desde a fundação da nacionalidade. Por tal motivo, o mais popular cometa da História humana pode ser etiquetado pelo inconsciente colectivo nacional como "o cometa da República". Muitos dos temas que emergiram na sociedade portuguesa, a pretexto da aproximação do tão temido cometa, foram usados como arma ideológica pelos republicanos contra os suportes sociais, mentais e religiosos da Monarquia. As fragilidades mentais do Portugal profundo, inseguro e supersticioso, vieram ao de cima, em todo o seu esplendor trágico e cómico. Como nos grandes dramas clássicos ou da antecipação científica, a sociedade portuguesa viveu, de facto, o transe de uma noite de "fim do mundo" !»

terça-feira, 11 de maio de 2010

Chapéus Republicanos ou Chapéus há muitos!


Temos aqui mais um exemplo da utilização do nome da República e/ou de nomes de políticos republicanos na publicidade. Desta feita, trata-se de chapéus, acessório indispensável na toilette dos homens nesta época.
Quem é que não quereria estar na moda e usar um chapéu Dr. Afonso Costa? Era a publicidade da Chapelaria A Social, publicada no Jornal A Luta, em 1907.

Fonte: 1907- No advento da República