Este blogue foi criado pelo Departamento de Ciências Sociais e Humanas da Escola Básica 2,3 D. Pedro IV com o objectivo de assinalar o Primeiro Centenário da Implantação da República em Portugal. Atendendo à importância deste momento histórico, que originou uma viragem na História do nosso país, pretendemos, com a colaboração de todos os alunos, professores e Associação de Pais, contribuir, tal como consta no site oficial – CENTENÁRIO DA REPÚBLICA 1910-2010 – para “aprofundar os valores e o ideário republicanos, em especial no que diz respeito à participação social e política e à promoção do progresso social, económico e cultural de Portugal.”

terça-feira, 11 de maio de 2010

Relógios Republicanos


Os comerciantes do início do século XX souberam também aproveitar as possibilidades de negócio e a publicidade de então reflecte essa oportunidade e a tentativa de chegar aos clientes simpatizantes da República.

Fonte: 1907 - No Advento da República

domingo, 9 de maio de 2010

Alfarrobeira e amendoeira na EB 2,3 D.Pedro IV


Para lembrar o culto da árvore, presente no ideário da República, plantaram-se na EB 2,3 D.Pedro IV duas árvores, uma alfarrobeira e uma amendoeira, no dia 29 de Abril, dia das comemorações do seu patrono.Interrogado sobre o porquê da escolha destas duas espécies, o vice-director do Agrupamento, professor Manuel Gouveia, explicou que ainda não possuíamos estas espécies nos espaços verdes da escola.
A cerimónia, muito simples, contou com a colaboração dos alunos do Clube de Música que cantaram o Hino Nacional e um pequeno discurso introdutório lido pelo aluno Gonçalo do 6L e extraído de um post deste mesmo blog sobre o tema.
Vamos agora seguir atentamente a evolução das nossas protegidas...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A Implantação da República- 1910

Através da British Pathe, via you tube, chegámos a este vídeo sobre a Implantação da República, em 1910. O documentário intitulado " The Revolution in Portugal" - A Revolução em Portugal - não tem som e a qualidade também não é muito boa, mas são visíveis as barricadas na Rotunda e Avenida da Liberdade, bem como os efeitos dos bombardeamentos e o povo no Rossio.



terça-feira, 4 de maio de 2010

Os selos nos primeiros anos da República

«Os selos foram uma das armas utilizadas pelos republicanos para fazer chegar à população os seus ideais e tornar mais conhecidos os seus dirigentes. Estes selos eram muitas vezes apostos na correspondência lado a lado com os selos emitidos pelos correios, recebendo também o carimbo da respectiva circulação.»

Até 1912, os selos existentes continuaram a ser utilizados sendo-lhes realizada uma pequena modificação através de um carimbo a dizer REPÚBLICA.

A primeira série de selos republicanos foi lançada em 1912, recebendo o título de CERES, por neles figurar a deusa grega Ceres, deusa das plantas e do amor maternal. Os selos registavam também a inscrição "REPÚBLICA PORTUGUESA", no topo e "CORREIO" em baixo da figura.


Fonte: Fundação Mário Soares, Wikipédia e Leilões de selos na net

segunda-feira, 3 de maio de 2010

José de Almada Negreiros

José Sobral de Almeida Negreiros (1893-1970), artista multidisciplinar, pintor, escritor, poeta, ensaísta, dramaturgo, foi uma figura que destacou durante o período da 1ª República. Vejamos alguns exemplos da sua pintura:

Auto-retrato


Auto-retrato de um grupo


Retrato de Fernando Pessoa



Gare Marítima de Alcântara



Amadeo de Souza-Cardoso

Foto do pintor
Biblioteca de Arte, Fundação Calouste Gulbenkian



Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918) pode considerar um dos melhores pintores portugueses de sempre. Vamos ver alguns exemplos:

Cabeça, 1913, óleo sobre tela, 61x50 cm
Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian

Cozinha da Casa de Manhouce, 1913, óleo sobre madeira, 29,2x49,6 cm
Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian


Menina dos Cravos, 1913, óleo sobre madeira, 40x26 cm
Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian



Sem título, 1917, óleo sobre tela, 86x66 cm
Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian





Toponímia da República

A Toponímia é a divisão da onomástica que estuda os nomes próprios de lugares, a sua origem e evolução; é uma parte da linguística, com fortes ligações com a história e geografia. Assim sendo não é de admirar que, logo após a Implantação da República, algumas ruas da cidade de Lisboa tenham mudado de nome e adquirido nomes mais consentâneos com os heróis e ideários republicanos.

fonte: Fundação Mário Soares