Vê, no vídeo abaixo, os selos comemorativos do Ideário da 1ª República.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Selos comemorativos da 1ª República
O grupo CTT comemorou o 5 de Outubro com uma emissão filatélica dedicada ao Ideário Republicano. A emissão destes selos foi lançada em 5 de Outubro de 2009, no Palácio de Belém, em sessão presidida pelo Presidente da República.
Escola António José da Cunha, uma escola da 1ª República
A escola António José da Cunha foi construída em 1907, no auge da 1ª República, com fins políticos e educativos. Possui fachada neoclássica e foi pintada nas cores vermelha e azul. Foi inaugurada a 21 de Agosto de 1910, onde esteve presente Afonso Costa que, juntamente com Francisco Grandela, decidiram homenagear Augusto José da Cunha, atribuindo o seu nome a esta escola. A Câmara Municipal de Azambuja procedeu ao restauro desta Escola cedendo o direito de propriedade a uma empresa privada e reservando uma sala a funcionar como Posto de Turismo.
domingo, 18 de abril de 2010
A Educação na República
A educação mereceu especial atenção dos primeiros governos republicanos que tentaram, a todo o custo, resolver o problema do analfabetismo em Portugal. Em 1910, as taxas de analfabetismo rondavam os 71% na totalidade, sendo 81,2% para as mulheres. Para combater rapidamente esta situação, criaram-se escolas móveis que funcionavam nas freguesias onde não existiam escolas fixas. Estas escolas eram frequentadas por crianças, mas também por adultos. O ensino primário foi a área a que a República prestou mais atenção. Assim, a reforma de 1911 criou dois ciclos: o ensino primário elementar, com a duração de três anos; o ensino primário complementar, com a duração de cinco anos, mas manteve apenas a obrigatoriedade para os primeiros três anos de ensino. A República tornou o ensino laico, isto é, acabou com o ensino da religião na escola. Em substituição da disciplina de Religião e Moral , criou uma nova disciplina, denominada Educação Cívica, com a finalidade de formar cidadãos que defendessem as instituições Republicanas.
Nas escolas eram desenvolvidas actividades que visavam desenvolver nos alunos o amor à Pátria e aos grandes heróis portugueses e o respeito pela bandeira.
Fonte: "História de Portugal", Maria Cândida Proença
Manuel de Arriaga

Manuel José de Arriaga Brum da Silveira nasceu no dia 8 de Julho de 1840, nos Açores. Era filho de Sebastião de Arriaga Brum da Silveira e Maria Antónia Pardal Ramos Caldeira de Arriaga. Casou com Lucrécia de Brito Furtado de Melo, de quem teve seis filhos. Morreu em Lisboa, em 5 de Março de 1917, com 76 anos.
Manuel de Arriaga foi o primeiro Presidente da República de Portugal, eleito em Agosto de 1911. No seu discurso, Manuel de Arriaga afirma-se depositário da simpática missão de chamar o país à paz e harmonia, missão essa, que, depois se torna espinhosa, à medida que a rivalidade, começou a minar a família republicana.
Ao abandonar a presidência da República, Manuel de Arriaga dedicou-se à escrita, o seu último livro intitula-se “Na Primeira Presidência da República Portuguesa”, e pode considerar-se um rápido relatório, com qual procura justificar o seu rumo político.
Manuel de Arriaga foi o primeiro Presidente da República de Portugal, eleito em Agosto de 1911. No seu discurso, Manuel de Arriaga afirma-se depositário da simpática missão de chamar o país à paz e harmonia, missão essa, que, depois se torna espinhosa, à medida que a rivalidade, começou a minar a família republicana.
Ao abandonar a presidência da República, Manuel de Arriaga dedicou-se à escrita, o seu último livro intitula-se “Na Primeira Presidência da República Portuguesa”, e pode considerar-se um rápido relatório, com qual procura justificar o seu rumo político.
Trabalho realizado por Pedro Meireles - 6º C
sábado, 17 de abril de 2010
Imagens da República, duelo
ardinas,imagens da 1ª república
." As relações tempestuosas do regime republicano com a imprensa afectaram também o ganha-pão desta classe, constituída por rapazes pobres que nada se importavam com a política e apenas queriam vender os jornais que lhes pusessem nas mãos. Desde 1910 as apreensões, os assaltos e as suspensões obrigaram a fechar muitos jornais, o que deixou sem trabalho centenas de ardinas.
http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2009/04/08/o-nosso-simbolo-o-policia-a-correr-atras-do-ardina/
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Fotos antigas de Lisboa, Alfama 1901
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