Este blogue foi criado pelo Departamento de Ciências Sociais e Humanas da Escola Básica 2,3 D. Pedro IV com o objectivo de assinalar o Primeiro Centenário da Implantação da República em Portugal. Atendendo à importância deste momento histórico, que originou uma viragem na História do nosso país, pretendemos, com a colaboração de todos os alunos, professores e Associação de Pais, contribuir, tal como consta no site oficial – CENTENÁRIO DA REPÚBLICA 1910-2010 – para “aprofundar os valores e o ideário republicanos, em especial no que diz respeito à participação social e política e à promoção do progresso social, económico e cultural de Portugal.”

segunda-feira, 15 de março de 2010

sábado, 13 de março de 2010

sexta-feira, 12 de março de 2010

BANDEIRA NACIONAL


A bandeira nacional é dividida em duas partes: verde e vermelha.
A verde significa a esperança dos portugueses no futuro.
A parte vermelha significa o sangue derramado nas guerras por todos os portugueses ao longo dos séculos.
No centro encontra-se a esfera armilar que lembra o rei D. Manuel I, da época dos descobrimentos.
O escudo das armas contém os sete castelos conquistados por D. Afonso Henriques aos mouros.
No centro, as cinco quinas simbolizam as chagas de Cristo, mostrando que Portugal é uma nação Cristã.
Daniela Mendes - 6º C

1ª proposta para a Bandeira Nacional

Após a Revolução de 5 de Outubro de 1910, o governo não perdeu tempo e logo a 15 de Outubro reuniu um grupo de gente com grande prestígio para que elaborasse um projecto de bandeira. Desse grupo faziam parte: o pintor Columbano Bordalo Pinheiro; o jornalista João Chagas; o escritor Abel Acácio de Almeida Botelho; o capitão de artilharia José Afonso Pala e o primeiro-tenente da marinha António Ladislau Parreira. Naturalmente, inspiraram-se nas bandeiras dos centros republicanos e das sociedades secretas que tinham contribuído para o êxito da Revolução.
Fonte:Jornal de Notícias
Maria Inês Lopes - 9ºA

segunda-feira, 8 de março de 2010

UM TESTEMUNHO DE UM SÉCULO

Quando Eugénia Teixeira de Carvalho nasceu não pode ser baptizada logo no dia seguinte, como era hábito no início do século XX. No dia 5 de Outubro de 1910 a igreja de Celorico de Bastos tinha sido fechada pelos republicanos que sacudiam o país.
A avó Eugénia, como é hoje chamada pela família, ficou a saber destas e de outras histórias ainda em miúda. No dia Internacional da Mulher, o SAPO foi saber mais episódios e memórias desta portuguesa que reside em Braga.
Da infância passada em Celorico de Bastos, Eugénia recorda-se de um dia em que alguns funcionários da República foram até a casa de sua avó para “roubarem” o milho lá armazenado, como estavam a fazer com outros agricultores das redondezas. “Na noite anterior, tínhamos escondido o milho na casa de minha mãe, pelo que eles não conseguiram encontrar nada”, recorda.
Nos dias que correm, Eugénia considera que as pessoas mudaram. Antes eram mais “sinceras”. As mulheres têm mais “liberdade” mas também “são menos trabalhadeiras do que antigamente”, nota.
No próximo 5 de Outubro, a Primeira República faz cem anos e Eugénia Teixeira de Carvalho também espera festejar o seu aniversário, mas só a 10 de Outubro, o dia que foi baptizada e registada.
@Alice Barcellos

domingo, 7 de março de 2010

A moda em 1910



Grandes Armazéns do Chiado, Novidades do Inverno de 1910

(imagens retiradas de revistaantigaportuguesa.blogspot.com)